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Conciliar Mais - Mediação e Negociação

Gestão de Conflitos

GESTÃO DE CONFLITOS

GESTÃO DE CONFLITOS EMPRESARIAL

PREVENÇÃO

Objetivo: integração dos setores da empresa e atuar diretamente na divergência latente.

A empresa é composta de pessoas com diversas raízes culturais e formações. Inegável. Conviver e entender a diversidade é fator importante para um ambiente saudável e produtivo nos departamentos e entre eles.

Para tanto disponibilizamos treinamentos de chefias, quanto as diversidade e outros temas que se façam necessários para desenvolver uma dinâmica saudável no dia a dia da empresa.

Com isso evita-se comportamentos inadequados de chefes com seus subordinados, entre colegas, entre departamentos, aumentando a satisfação de todos os envolvidos e caindo consideravelmente o risco de envolvimentos em casos de assédio e dano moral, queda da produção, acidentes, perda de qualidade na prestação de serviços, etc…

CONFLITO INSTALADO

Os departamentos de sua empresa não trabalham no mesmo ritmo e isso tem atrapalhado vários outros setores da empresa. A empresa tentou diversas alterações na dinâmica dos envolvidos e não obteve resultado satisfatório. Isso significa prejuízos.

É neste momento que entra o gestor de conflitos, um mediador. Através de técnicas especiais apurará a origem do conflito e, com a empresa, analisará as possíveis medidas cabíveis a cada caso, que podem ser diversas. A mediação poderá ser uma delas

São intervenções rápidas e de baixo custo que trazem soluções eficientes para conflitos que podem causar prejuízos significativos, se a intervenção for adiada.

  • Mediação entre funcionários
  • Mediação com fornecedores
  • Mediação com outras empresas
  • Mediação com clientes
  • Ouvidoria participativa
  • Todos os setores da empresa trabalhando de forma colaborativa
  • Demissão
  • Dependência química
  • Comportamento inadequado:
    •  adequação para a função
    • com os colegas (bulling, assédio)
  • Relação continuada desgastada
  • Intrigas
  • Questões mau resolvidas

GESTÃO DE CONFLITOS FAMILIAR

PREVENÇÃO

Atua-se quando o conflito ainda não se manifestou, mas está latente.

São muitos os exemplos: planejamento sucessório, a empresa familiar, uso e divisão de imóveis, o exercício da guarda compartilhada, comportamentos inadequados que não devem ser ignorados, entre tantos outros.

CONFLITO INSTALADO

Destina-se a casos onde uma das partes não aceita a mediação para a solução do conflito.

Neste caso o gestor de conflitos, um facilitador de diálogos.

Após identificar os envolvidos e seus interesses, mapear o conflito, buscará com a parte alcançar as metas e objetivos através da sensibilização e da mobilização das redes já existentes.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS MEDIADORES

Este Código de Ética se aplica à conduta de todos os conciliadores e mediadores do Conciliar Mais.

I – AUTONOMIA DA VONTADE DAS PARTES

A mediação fundamenta-se na autonomia da vontade das partes, devendo o mediador concentrar a sua atuação nessa premissa.

Nota explicativa:

O caráter voluntário do procedimento de mediação garante o poder das partes de administrá-lo, estabelecer diferentes procedimentos e a liberdade de tomar as próprias decisões durante ou ao final do processo.

II – PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

O mediador pautará sua conduta nos seguintes princípios:

Imparcialidade, Credibilidade, Competência, Confidencialidade e Diligência.

Notas Explicativas:

Imparcialidade – condição fundamental ao mediador; não pode existir qualquer conflito de interesses ou relacionamento capaz de afetar sua imparcialidade; deve procurar compreender a realidade dos litigantes, sem que nenhum preconceito ou valores pessoais venham a interferir no seu trabalho.

Credibilidade – O mediador deve construir e manter a credibilidade perante as partes, sendo independente, franco e coerente.

Competência – a capacidade para efetivamente mediar a controvérsia existente. Por isso o mediador somente deverá aceitar a tarefa quando tiver as qualificações necessárias para satisfazer as expectativas razoáveis das partes.

Confidencialidade – os fatos, situações e propostas ocorridos durante a a mediação são sigilosos e privilegiados. Aqueles que participarem do processo, inclusive o mediador, devem obrigatoriamente manter o sigilo sobre todo conteúdo a ele referente, não podendo ser testemunhas do caso, respeitando o princípio da autonomia da vontade das partes, nos termos por elas convencionados, desde que não contrarie a ordem pública.

Diligência – O cuidado e a prudência para a observância da regularidade, assegurando a qualidade do processo e cuidando ativamente de todos os seus princípios fundamentais.

III – DO MEDIADOR FRENTE À SUA MISSÃO
  1. Aceitará o encargo somente se estiver imbuído do propósito de atuar de acordo com os Princípios Fundamentais estabelecidos e Normas Éticas, mantendo íntegro o processo de mediação.
  2. Revelará, antes de dar início ao seu trabalho, interesse ou relacionamento que possa afetar a imparcialidade, suscitar aparência de parcialidade ou quebra de independência, para que as partes tenham elementos de avaliação e decisão sobre sua continuidade.
  3. Avaliará a aplicabilidade ou não da mediação ao caso.
IV – DO MEDIADOR FRENTE ÀS PARTES
  1. Garantir às partes a oportunidade de entender e avaliar as implicações e o desdobramento do processo e de cada item negociado nas entrevistas preliminares e no curso da mediação;
  2. Utilizar a prudência e a veracidade, abstendo-se de promessas e garantias a respeito dos resultados;
  3. Dialogar separadamente com uma parte somente quando for dado o conhecimento e igual oportunidade à outra;
  4. Esclarecer à parte, ao finalizar uma sessão em separado, quais os pontos sigilosos e quais aqueles que podem ser do conhecimento da outra parte;
  5. Assegurar-se que as partes tenham voz e legitimidade no procedimento, garantindo assim equilíbrio de poder;
  6. Assegurar-se de que as partes tenham suficientes informações para avaliar e decidir;
  7. Recomendar às partes uma revisão legal do acordo antes de subscrevê-lo.
  8. Eximir-se de forçar a aceitação de um acordo e/ou tomar decisões pelas partes.
  9. Observar a restrição de não atuar como profissional contratado por qualquer uma das partes, para tratar de questão que tenha correlação com a matéria objeto de sua atividade como mediador.
V – DO MEDIADOR FRENTE AO PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO
  1. Descrever o processo de conciliação ou mediação para as partes;
  2. Esclarecer quanto ao sigilo;
  3. Assegurar a qualidade do processo, utilizando todas as técnicas disponíveis e capazes de levar a bom termo os objetivos da conciliação ou da mediação;
  4. Zelar pelo sigilo dos procedimentos, inclusive no concernente aos cuidados a serem tomados pela equipe técnica no manuseio e arquivamento dos dados;
  5. Sugerir a busca e/ou a participação de especialistas na medida em que suas presenças se façam necessárias a esclarecimentos para a manutenção da equanimidade;
  6. Interromper o procedimento frente a qualquer impedimento ético ou legal;
  7. Suspender ou finalizar a mediação quando concluir que sua continuação possa prejudicar terceiros ou quando houver solicitação das partes;
  8. Fornecer às partes, por escrito, as conclusões da da mediação, quando por elas solicitado.
  9. Acatar as normas institucionais e éticas da profissão.
  10. No termo de compromisso a ser assinado pelo(s) Mediador(es), ao assumir o encargo, declarar-se-á a inexistência de impedimento ou suspeição, sob promessa formal de cumprimento da obrigação com imparcialidade, independência, zelo e dedicação, e de sujeição ao sigilo, submetendo-se às regras institucionais e às normas éticas.
  11. Não poderá exercer a função de Mediador aquele que estiver enquadrado nas hipóteses previstas no art. 144 c.c. o artigo 148, n.III, ambos do Código de Processo Civil.
  12. O Mediador ficará impedido de atuar ou se envolver em procedimentos subsequentes de arbitragem ou de processo judicial, promovido por quaisquer das partes, independentemente do desfecho da mediação, durante o prazo de dois anos.
  13. Subordinado ao sigilo, o Mediador zelará pela guarda das informações confidenciais privilegiadas, não revelando a terceiros os fatos apurados, as propostas cogitadas e outros esclarecimentos obtidos no procedimento.
  14. Incumbe ao Mediador cumprir e fazer cumprir o Código de Ética, comunicando a Comissão de Ética eventual violação de preceito normativo ou regra de conduta.

NOSSOS SERVIÇOS

MEDIAÇÃO

Destina-se a relações não continuadas, relações continuadas findas e nas relações continuadas quando não é possível uma intervenção.

NEGOCIAÇÃO

Negociação e Facilitação de Diálogos para diversas questões.

GESTÃO DE CONFLITOS

Destina-se a casos onde uma das partes não aceita a mediação para a solução do conflito.

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